O Estudo traz uma análise dos estados brasileiros frente aos países da OCDE

17 de Setembro de 2017 | Notícias

Entre os indicadores, 35 são comparados com dados internacionais de 34 países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Itens como infraestrutura, educação, inovação, potencial de mercado, segurança pública, solidez fiscal, sustentabilidade social, sustentabilidade ambiental compõem o quadro.

Em 2017, o Brasil apresentou pedido formal para ingressar na OCDE. Para ser aceito, o Brasil, que está engajado nesse objetivo desde 1994, precisa da aprovação dos 34 países que hoje compõem a organização, além de atender às demandas de transparência e tributação exigidas pela OCDE. Frente a esse objetivo, o Ranking traz uma análise do nível de transparência e da situação fiscal de cada um dos estados brasileiros.

Para a análise de Solidez Fiscal dos estados são utilizados indicadores como Capacidade de Investimento, Solvência Fiscal e Resultado Nominal, que levam em conta dimensões distintas, mas interrelacionadas, de sustentabilidade fiscal. Levando em conta a análises desses indicadores, o estudo deste ano aponta uma queda acentuada dos estados do Sul e Sudeste, principalmente no Espírito Santo, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, e um crescimento dos estados do Nordeste, como Ceará, Alagoas e Bahia ocupando os primeiros lugares.

No que diz respeito à Eficiência da Máquina Pública, onde se levam em conta custos do executivo, legislativo e judiciário, além da transparência do gasto público e a eficiência do judiciário, os estados do Sul e Sudeste apresentam, de certa forma, um equilíbrio entre os recursos econômicos e os custos de manutenção do governo. A análise feita aponta os estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais como as Unidades Federativas mais bem colocadas neste pilar em 2017. Em contrapartida, nas piores colocações estão os estados de Roraima, Amapá e Tocantins.